Estádio da Ilha: Uma mão e dois pesos.


 Há tempos está sendo discutido uma alternativa concreta(e provisória) ao Maracanã. Cogitou-se Gávea, Engenhão, Giulite Coutinho(estádio do América) ou até mesmo Ítalo del Cima(estádio em Campo Grande e que chegamos próximos a tê-lo). Enfim depois de muitas tentativas e erros entrou em cena o Luso-Brasileiro.


- Cratera:

 Muitos problemas, aliás, nada de incomum na vida do Clube de Regatas Flamengo, contra tudo e contra todos. Boicotes, atrasos, burocracia e tudo de mal que pode ser feito para o estádio não sair. "Uma mão e dois pesos", como diria o filósofo. O antigo inquilino, que por sua vez não temos um boa relação, nos fez o desfavor de omitir um grande problema, um córrego que passava literalmente embaixo da arquibancada.

- Laudos "técnicos":

 Desde que foi posta em condições, o estádio vem sofrendo com grande boicote por parte do setor público(tentativa clara de reverter a situação do Maracanã), que utiliza da sua "ruim e velha" burocracia para adiar a estreia do mesmo. Hoje, por sua vez, recusando a expedição do documento, alegando tamanho indevido da entrada da arquibancada. remarcando a visita para terça(30).

(Primeiro do Botafogo, Segundo do Fla)

- Benefício a clubes:

 Quando o Botafogo anunciou a Ilha como casa, não houve objeções do setor público ao uso, pelo contrário, um favorecimento. O laudo do Corpo de Bombeiros foi um dos primeiros a liberar o estádio para a utilização do clube alvinegro, o último do GEPE dentro das condições precárias se comparada as atuas com o Fla.



 Em suma, a velha máxima ainda serve para o Brasil, "O errado é o certo e o certo é o errado". Não há argumentos para descrever tamanho sentimento de injustiça, enquanto depender do setor público é isso que terá, construa um estádio o mais rápido possível ou virerá de migalhas. SRN!

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