Existe vida pós Diego?


 Muito se comentava sobre o belo desempenho de Diego no ano de 2017. O craque que cada vez mais se consolidava como o cara do Fla, mostrou o que tanto tempo nós torcedores não vínhamos; Desempenho, qualidade e comprometimento. Depois de sua lesão contra o Atl PR pela Copa Libertadores, começaram as perguntas de como o time pode jogar e como reagirá com a sua ausência. Perguntas estas que tentarei de forma não complexa respondê-las.
- Acredito que não seja difícil saber que o Flamengo joga num 4-2-3-1 desde quando Zé assumiu, porém sem esse meia de criação fixo, creio que será um teste para a capacidade tática e elaborativa para um técnico de futebol.

- Irei mostrar alguns esquemas táticos para suprir essa ausência, baseados nas características dos jogadores do elenco e uns, até mesmo, ousados parecidos com a minha experiência de leitor e analista do futebol europeu nas horas vagas.
* 4-4-2

- Sistema bem costumeiro no Brasil, não fugiria das características defensivas do atual time, já que ataca num 4-2-3-1, porém defende no mesmo 4-4-2. Somente abdicaria da função de meia criador, fazendo que criação seja coletiva, vindo dos meias centrais até os de lado de campo.
* 4-4-3
- Sistema muito utilizado pós "tiki-taka", necessita que os três jogadores do meio ataquem e defendam num equilíbrio, os famosos MC' s como Pogba, Vidal, Raktic, Modric e etc...Utilizado pelo campeão de 2016, Palmeiras.
* 4-1-4-1
- Outro sistema de campeão(Corinthians 2015), é o atual sistema tático da seleção brasileira de Tite, porém muito traiçoeiro para técnicos que não sabem lidar bem com as questões defensivas. Sistema para tomar poucos gols e marcar também.
* 3-4-3
- Padrão tático favorito do atual momento dos técnicos na Europa. Diria eu, que é a evolução do 4-3-3 que transformam os laterais em alas, defendendo num 5-4-1, dependente de jogadores rápidos e talentosos.
* 4-2-3-1
- Esse não seria um sistema diferente, mas a utilização peças(jogadores) diferente para manter o padrão, a continuidade de um sistema vindo do "fracasso" de 2016.

 Resumindo, agora o Fla de vez terá que provar o seu investimento no elenco e melhor que isso, o por que Zé foi o escolhido para tal ofício. Acredito no trabalho e dedicação do grupo, até porque dentro de campo é "Flamengo até morrer". 

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